"A espada gasta a bainha, costuma dizer-se. Eis o que aconteceu comigo. As minhas paixões fizeram-me viver, e as minhas paixões mataram-me". (Jean Jacques Rousseau)
novembro 10, 2017
E como Insistimos...
(...) "Eu nunca vou entender porque a gente continua voltando pra casa querendo ser de alguém, ainda que a gente esteja um ao lado do outro. Eu nunca vou entender porque você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais...
Mas aí, daqui uns dias.... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo".
(Tati Bernardi)
Nada Volta...
"O tempo não volta, ela não volta, a gente não volta. E mesmo se a gente voltar, a gente não volta… E assim ela se vai, como o brilho do sol em dia de chuva. E a saudade fica, não exclusivamente de você, mas da recíproca confiança que tínhamos".
(Frederico Elboni)
setembro 07, 2015
Cada Poça Dessa Rua Tem Um Pouco De Minhas Lágrimas...
Você vai dizer
Eu não fiz por mal
Eu não quis te magoar
E eu vou dizer
Que seria ideal
Fugir, te abandonar
Pra sempre, pra sempre
Começa a chover
E a lágrima vai se misturar
Com a água que cai do céu
E ao anoitecer
Em vão eu tento encontrar
O que de mim você levou
Pra sempre, pra sempre
Perdoa por eu não poder te perdoar
Dói muito mais em mim não ter a quem amar
Ecoa em mim o silêncio dessa solidão
Pudera eu viver sem coração
Viver sem você
Sem você
Viver sem você
Em cada poça dessa rua você vai me ver
Em cada gota dessa chuva você vai sentir minhas lágrimas
Minhas lágrimas
E em cada dia da sua vida você vai chorar
Lágrimas sofridas que não vão somar
Um décimo do que eu sofri
O quanto eu sofri
O quanto eu sofri
Eu pude ver o sol desaparecer
Do seu rosto, dos seus olhos, da sua vida
Eu pude ver o sol desaparecer
Do seu rosto, dos seus olhos, da sua vida
Eu pude ver o sol desaparecer
Do seu rosto, dos seus olhos, da sua vida
Eu pude ver o sol desaparecer
Do seu rosto, dos seus olhos, da sua vida
Desaparecer
setembro 06, 2015
Sublime Renúncia...
Hoje meus dias são de tristeza e solidão,
Trago em minha alma uma profunda conformação,
Renunciei meu grande amor um dia,
Nos braços dela em que tão triste eu dizia.
Beijando os lábios do meu amor com frenesi.
Não chores por favor porque preciso partir.
Esse foi o meu ultimo beijo
Satisfiz o meu desejo,
O pior foi te perder,
Resignemos oh querida
Não lamentemos
A vida nosso destino é sofrer
Tempo...
Tem horas que deveriam durar para sempre. Serem eternizadas.
Tem dias que deveriam ser pulados. Serem adiantados.
Há fases e fases. Todas elas acabam.
Há coisas que só o TEMPO cura. Mas a ESPERA para que este cumpra seu trabalho é árdua e sofrida!
O que é o Amor?
Ilusão? Invenção? Ironia? Ou uma brincadeira de muito mal gosto?
Talvez eu leia e assista filmes de romance demais, onde a mocinha sempre encontra seu amor verdadeiro e não importam quais as dificuldades do caminho, eles sempre acabam juntos e felizes.
Estou propensa a acreditar que achar esse "amor verdadeiro" (e principalmente que ele seja correspondido na mesa proporção) é mais difícil do que ganhar um prêmio de milhões em alguma loteria.
Será que sou eu quem pede demais? Deve ser. Afinal de contas se sentir amado, ter um companheiro e poder contar para o que der e vier com determinada pessoa realmente deve ser algo absurdo de se ter.
Na minha caixa de defeitos, você encontra todas as coisas que eu não sou boa, todas as minhas falhas. E elas estão organizadas! Seguem uma ordem, não sei se alfabética ou de acordo com a intensidade de cada defeito, não importa. Só sei que estão todos polidos, arrumados e expostos de forma que facilite achar um em específico. Qualquer um consegue bater os olhos e ver qual o defeito que será o alvo das criticas do dia.
Se tenho qualidades? Ah, até tenho, mas estas estão uma bagunça! Elas não estão expostas ou visíveis. Há vezes que eu ouço algum comentário sobre elas, mas são breves e passageiros. Tão efêmeros. Mas, dentre muitas, talvez essa seja mais uma falha minha! Eu valorizo mais meu pior do que meu melhor.
E por isso eu não mereço ajuda? Não mereço um crédito extra?
Não.
A vida não corre assim. Os erros repercutem muito mais do que os acertos. Inclusive os acertos amorosos. Do que adianta dizer que ama uma pessoa se você não é capaz de ser sociável com as pessoas ao redor? Do que adianta pedir a pessoa em casamento se podemos deixar tudo como está? Tudo gira em torno do comodismo.
E aquele romance idealizado fica para a literatura mesmo.
Talvez eu leia e assista filmes de romance demais, onde a mocinha sempre encontra seu amor verdadeiro e não importam quais as dificuldades do caminho, eles sempre acabam juntos e felizes.
Estou propensa a acreditar que achar esse "amor verdadeiro" (e principalmente que ele seja correspondido na mesa proporção) é mais difícil do que ganhar um prêmio de milhões em alguma loteria.
Será que sou eu quem pede demais? Deve ser. Afinal de contas se sentir amado, ter um companheiro e poder contar para o que der e vier com determinada pessoa realmente deve ser algo absurdo de se ter.
Na minha caixa de defeitos, você encontra todas as coisas que eu não sou boa, todas as minhas falhas. E elas estão organizadas! Seguem uma ordem, não sei se alfabética ou de acordo com a intensidade de cada defeito, não importa. Só sei que estão todos polidos, arrumados e expostos de forma que facilite achar um em específico. Qualquer um consegue bater os olhos e ver qual o defeito que será o alvo das criticas do dia.
Se tenho qualidades? Ah, até tenho, mas estas estão uma bagunça! Elas não estão expostas ou visíveis. Há vezes que eu ouço algum comentário sobre elas, mas são breves e passageiros. Tão efêmeros. Mas, dentre muitas, talvez essa seja mais uma falha minha! Eu valorizo mais meu pior do que meu melhor.
E por isso eu não mereço ajuda? Não mereço um crédito extra?
Não.
A vida não corre assim. Os erros repercutem muito mais do que os acertos. Inclusive os acertos amorosos. Do que adianta dizer que ama uma pessoa se você não é capaz de ser sociável com as pessoas ao redor? Do que adianta pedir a pessoa em casamento se podemos deixar tudo como está? Tudo gira em torno do comodismo.
E aquele romance idealizado fica para a literatura mesmo.
agosto 17, 2015
Pitty...
Ainda não parece ser real...
Ainda não faz sentido...
Ainda não consigo imaginar...
Mas aconteceu... minha estrelinha agora vai brilhar lá no alto, para que não só mais eu veja, mas para que o mundo todo seja iluminado pelo seu brilho e seu amor.
Amor esse sem medida, sem depender de nada em troca. Amor simples e puro. Todos os dias. Sem cansar. Até o final.
Te amo, Te amo tanto. Logo a Tatá encontra com você de novo meu amor! E a Eternidade não será o bastante para gente!
outubro 19, 2014
Ordinary Love...
The sea wants to kiss the golden shore
The sunlight warms your skin
All the beauty that’s been lost before
Wants to find us again
I can’t fight you anymore
It’s you I’m fighting for
The sea throws rocks together
But time
Leaves us polished stones
We can’t fall any further
If we can’t feel ordinary love
And we cannot reach any higher
If we can’t deal with ordinary love
Birds fly high in the summer sky
And rest on the breeze
The same wind will take care of you and I
We’ll build our house in the trees
Your heart is on my sleeve
Did you put it there with a magic marker?
For years I would believe
That the world couldn’t wash it away
‘Cause we can’t fall any further
If we can’t feel ordinary love
And we cannot reach any higher
If we can’t deal with ordinary love
Are we tough enough
For ordinary love?
We can’t fall any further
If we can’t feel ordinary love
And we cannot reach any higher
If we can’t deal with ordinary love
We can’t fall any further
If we can’t feel ordinary love
And we cannot reach any higher
If we can’t deal with ordinary love
outubro 05, 2014
Mais uma vez... Rubem!
Não desejo que você simplesmente entenda o que escrevo,
Enterder é um ato racional.
O que desejo é que meu texto seja comido antropofagicamente.
Quero que você sinta meu gosto.
Desejo que meus leitores, ao lerem meus textos, fiquem com olhos semelhantes aos meus.
Assim, eles verão o mundo da forma que eu vejo.
E as palavras se tornaram então...
... Desnecessárias.
Pois é seu Rubem Alves... que as palavras para hoje sejam totalmente Desnecessárias!
Bachelard...
“To feel most beautifully alive means to be reading something beautiful,
ready always to apprehend in the flow of language the sudden flash of
poetry.”
setembro 24, 2014
Ostra Feliz não faz Pérola...
"Ostras são moluscos, animais sem esqueleto, macias, que representam as delícias dos gastrônomos. Podem ser comidas cruas, com pingos de limão, com arroz, paellas, sopas. Sem defesas - são animais mansos -, seriam um presa fácil dos predadores. Para que isso não acontecesse, a sua sabedoria as ensinou a fazer casas, conchas duras, dentro das quais vivem.
Pois havia num fundo de mar uma colônia de ostras, muitas ostras. Eram ostras felizes. Sabe-se que eram ostras felizes porque de dentro de suas conchas saía um delicada melodia, música aquática, como se fosse um canto gregoriano, todas cantando a mesma música. Com uma exceção: de uma ostra solitária que fazia um solo solitário. Diferente da alegre música aquática, ela cantava um canto muito triste. As ostras felizes se riam dela e diziam: "Ela não sai de sua depressão...". Não era depressão. Era dor. Pois um grão de areia havia entrado dentro de sua carne e doía, doía, doía. E ela não tinha jeito de se livrar dele, do grão de areia. Mas era possível livrar-se da dor. O seu corpo sabia que, para se livrar da dor que o grão de areia lhe provocava, em virtude de sua aspereza, arestas e pontas, bastava envolvê-lo com uma substância lisa, brilhante e redonda. Assim, enquanto cantava seu canto triste, o seu corpo fazia o trabalho.
Um dia, passou por ali um pescador com seu barco. Lançou a rede e toda a colônia de ostras, inclusive a sofredora, foi pescada. O pescador se alegrou, levou-as para casa e sua mulher fez uma deliciosa sopa de ostras. deliciando-se com as ostras, de repente seus dentes bateram num objeto duro que estava dentro de uma das ostras. Ele o tomou nos dedos e sorriu de felicidade: era uma pérola, uma linda pérola. Apenas a ostra sofredora fizera uma pérola. Ele a tomou e deu-a de presente para a sua mulher.
Isso é verdade para as ostras. E é verdade para os seres humanos. No seu ensaio sobre "O nascimento da tragédia grega a partir do espírito da música", Nietzsche observou que os gregos, por oposição aos cristãos, levavam a tragédia a sério. Tragédia era tragédia. Não existia para eles, como existia para os cristãos, um céu onde a tragédia seria transformada em comédia. Ele se perguntou então das razões porque os gregos, sendo dominados por este sentimento trágico da vida, não sucumbiram ao pessimismo. A resposta que encontrou foi a mesa da ostra que faz uma pérola: eles não se entregaram ao pessimismo porque foram capazes de transformar a tragédia em beleza. A beleza não elimina a tragédia, mas a torna suportável. A felicidade é um dom que deve ser simplesmente gozado. Ela se basta. Mas ela não cria. Não produz pérolas. São os que sofrem que produzem a beleza, para parar d sofrer. Esses são os artistas. Beethoven - como é possível que um homem completamente surdo, no fim da vida, tenha produzido um obra que canta a alegria? Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa..."
(Rubem Alves)
setembro 23, 2014
Ostra Feliz não Faz Pérola... partículas
(..) "Os que com lágrimas semeiam, com alegra ceifarão"
Espero que seja verdade...
julho 31, 2014
...
Tem dias que a angústia é tão forte, mas tão forte que parece que as
mãos pegam o coração, com as artérias, as válvulas, os átrios e vão
torcendo como se fosse um pano muito
molhado de sangue. Girando uma no contrário da outra como se quisessem
secar absolutamente tudo. Mas não para de pingar.
E quantos milhões de pensamentos vem vindo, um batendo no outro, passando por cima, pisoteando, como se fossem esfomeados diante de uma pequena caixa com alguma comida que possa lhes salvar da morte pela fome, e todos ao mesmo tempo tentam pegar a caixa mais vão se derrubando e caindo para os lados sem conseguir alcançar o que desejam. Pois quanto mais próximo chegam, mais uma corda se estica e puxa o pacote para longe.
Uma confusão que se forma entre medos e paranóias, pensamentos ruins. Melhor é rezar. Como quer que tenha aprendido. Ou você acaba explodindo a própria cabeça.
Não adianta tentar escapar. Melhor enfrentar.
O mundo anda muito mais estranho do que o estranho de sempre. Parece que vão se perdendo algumas cores. Vai ficando desbotado. Sem sentido. Sem porquê.
Dá uma vontade louca de pegar todo mundo que você ama e colocar num lugar onde a tempestade não possa chegar. Onde ninguém possa ser atingido. Onde o medo se transforme em luz e onde todas as tristezas, pouco a pouco vão se tornando flores com fortes e intensas colorações e o cheiro da chuva na grama verdinha, deixa o ar mais leve como se pudéssemos voar.
E estes dias assim... são longos e densos.
Necessários sim, para se pensar sobre a própria vida. Sobre o que fez de certo o que poderia ter evitado. Não me parece sentimento de culpa. Me parece um esgotamento espiritual. Como se fosse necessária uma recarga imediata de sentimentos e pensamentos bons. Para acalmar o peito, a alma e fechar a torneira dessa sensação escrota de que estamos eternamente na busca por uma espécie de felicidade que não sabemos exatamente quem plantou em nós, e numa insatisfação brutal e não sabemos o porquê.
Em dias assim é melhor fechar os olhos, tentar encontrar um abrigo escondido dentro de algum canto seu, que só você conhece. Onde ficam guardadas as boas lembranças, os sorrisos que ganhou e que ofereceu, o carinho que recebeu... O amor...
Deixa quieto.
Deixa a angústia passar, desfilando como se fosse uma escola de samba com todos os seus estandartes pontiagudos espetando cada pedaço da alma.
Porque quando o desfile acabar, estaremos mais fortes.
Sim, estaremos mais fortes.
E quantos milhões de pensamentos vem vindo, um batendo no outro, passando por cima, pisoteando, como se fossem esfomeados diante de uma pequena caixa com alguma comida que possa lhes salvar da morte pela fome, e todos ao mesmo tempo tentam pegar a caixa mais vão se derrubando e caindo para os lados sem conseguir alcançar o que desejam. Pois quanto mais próximo chegam, mais uma corda se estica e puxa o pacote para longe.
Uma confusão que se forma entre medos e paranóias, pensamentos ruins. Melhor é rezar. Como quer que tenha aprendido. Ou você acaba explodindo a própria cabeça.
Não adianta tentar escapar. Melhor enfrentar.
O mundo anda muito mais estranho do que o estranho de sempre. Parece que vão se perdendo algumas cores. Vai ficando desbotado. Sem sentido. Sem porquê.
Dá uma vontade louca de pegar todo mundo que você ama e colocar num lugar onde a tempestade não possa chegar. Onde ninguém possa ser atingido. Onde o medo se transforme em luz e onde todas as tristezas, pouco a pouco vão se tornando flores com fortes e intensas colorações e o cheiro da chuva na grama verdinha, deixa o ar mais leve como se pudéssemos voar.
E estes dias assim... são longos e densos.
Necessários sim, para se pensar sobre a própria vida. Sobre o que fez de certo o que poderia ter evitado. Não me parece sentimento de culpa. Me parece um esgotamento espiritual. Como se fosse necessária uma recarga imediata de sentimentos e pensamentos bons. Para acalmar o peito, a alma e fechar a torneira dessa sensação escrota de que estamos eternamente na busca por uma espécie de felicidade que não sabemos exatamente quem plantou em nós, e numa insatisfação brutal e não sabemos o porquê.
Em dias assim é melhor fechar os olhos, tentar encontrar um abrigo escondido dentro de algum canto seu, que só você conhece. Onde ficam guardadas as boas lembranças, os sorrisos que ganhou e que ofereceu, o carinho que recebeu... O amor...
Deixa quieto.
Deixa a angústia passar, desfilando como se fosse uma escola de samba com todos os seus estandartes pontiagudos espetando cada pedaço da alma.
Porque quando o desfile acabar, estaremos mais fortes.
Sim, estaremos mais fortes.
junho 07, 2014
Am I one...?
I grant to you
No privilege of person
No sense of self
A denial of choice
It wants out
So from all the little bits and pieces
A simple case of lost and found
A wicked new beginning
I don't ever want to see
It's the oldest trick in the book
Just like everything you always knew
Turned upon its very end
There's nothing left to be
No privilege of person
No sense of self
A denial of choice
It wants out
So from all the little bits and pieces
A simple case of lost and found
A wicked new beginning
I don't ever want to see
It's the oldest trick in the book
Just like everything you always knew
Turned upon its very end
There's nothing left to be
Half a mind to say
All the things that bother me today
You better check if it's me
In that ''coffin'' of yours
Or just the one
The one you thought you knew
All the things that bother me today
You better check if it's me
In that ''coffin'' of yours
Or just the one
The one you thought you knew
I am one
Who am I?
No character
To be lost inside
Who am I?
No character
To be lost inside
A mind is hard to please
So wander aimlessly
So wander aimlessly
Hands clenched
In fists of rage
Concealed in frustration
There's a part of me that cannot deal
With the character I am forced to be
A thinly veiled plan
To lay your world afoot
Lost in community
Blind in belonging
Is there really nothing more than this?
The emptiness remains
So put on your brave face
And take the plunge again
In fists of rage
Concealed in frustration
There's a part of me that cannot deal
With the character I am forced to be
A thinly veiled plan
To lay your world afoot
Lost in community
Blind in belonging
Is there really nothing more than this?
The emptiness remains
So put on your brave face
And take the plunge again
I am one
Who am I?
No character
To be lost inside
Who am I?
No character
To be lost inside
maio 26, 2014
Na sua estante...
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar ao menos mande notícias
Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres e outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham
Não se curam (não)
E essa abstinência uma hora vai passar
Vai passar...
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